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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sete modelos de colaboração



Por Francisco A. Madia
Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)
HSM Online
24/04/2009



Confira os sete modelos de colaboração explicados no livro Wikinomics, de Don Tapscott e Anthony D. Williams.


“Groundswell é uma mudança radical no comportamento das pessoas; usam a tecnologia para buscar em outras pessoas, e não mais nas empresas, muitas das coisas que precisam.”

Don Tapscott é um dos mais festejados autores da economia digital. Comanda a empresa de consultoria New Paradigm e Anthony D. Williams é o diretor da área de pesquisa da empresa. Juntos escreveram o segundo livro mais importante sobre o novo e admirável mundo em que estamos ingressando. O primeiro, que já comentamos, é o “Mundo Plano”. E o segundo, o de Tapscott e Williams, ”Wikinomics”. Leitura mais que obrigatória.

Neste comentário, uma pequena amostra da visão dos autores sobre esse novo mundo e nova economia – “Wikinomics” – onde o conceito de propriedade intelectual se esfacela, onde o local de trabalho é o mundo, onde a senha de sucesso é colaboração.

Os sete modelos de colaboração:

1 - Pioneiros do Peering – pessoas que trouxeram para este novo mundo os softwares de código aberto (que todos podem usar sem nenhum custo desde que concordem em abrir para todos as suas contribuições). Um ótimo exemplo, a infinitamente maior enciclopédia do mundo, Wikipédia.

2 - Ideágoras – ilhas virtuais para onde convergem pessoas de todo o mundo dentro de uma determinada especialização e conhecimento que possam contribuir. A Procter & Gamble, por exemplo, recorre a essas ilhas no desenvolvimento de produtos, onde se encontra um capital de talento 10 vezes mais qualificado que toda a sua equipe de trabalho.

3 - Prosumers – nós, novos consumidores, que queremos interagir e ajudar no aperfeiçoamento de produtos e serviços. Prosumers vêm de consumidores pró-ativos. Consumidores que não abrem mão do direito de aperfeiçoar e modificar o que compram.

4 - Os Novos Alexandrinos – redes sociais que se formam na internet em torno de determinados assuntos, abertas, onde todos podem participar e compartilhar suas experiências.

5 - Plataformas para Participação – empresas que abrem totalmente todos os seus códigos e sistemas onde parceiros de todos os tipos possam compartilhar dessas propriedades e contribuírem com aprimoramentos e novas conquistas – produtos, serviços, negócios.

6 - Chão de Fábrica Global – o chão de fábrica das empresas não se situa mais em uma única fábrica e nem mesmo nas fábricas. São móveis, mutantes, evolutivos, e se reposicionam a todos os momentos nos locais – físicos e virtuais – que se revelarem mais adequados. No novo chão de fábrica global, os quase 7 bilhões de habitantes podem ser operários.

7 - O Novo Local de Trabalho – não é mais nossa mesa, cadeira, computadores, canetas, lápis e tudo o mais. É o mundo. Vamos trabalhar todos os dias, a cada novo dia, onde for mais conveniente em função da tarefa específica que estamos realizando. O novo local de trabalho é onde se encontra a melhor solução e nunca mais onde estão seus móveis e equipamentos.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Meu site

Já está no ar o meu portfólio on-line com minhas criações desde a epóca da saudosa faculdade, passando pelas agências de publicidade até a atual fase da minha carreira de freelancer.

terça-feira, 17 de março de 2009

Comida dos Astros

Em uma temporada na terra do axé e do acarajé, essa deliciosa peça traz duas figuras super talentosas e divertidas, Rony Cásio e Gil Cortês, parodiando conhecidas músicas nacionais e internacionais. São 60 minutos de boas gargalhadas e muita água na boca com tanta música, humor e gastronomia. Quem não viu, pode ver um pedacinho por esse vídeo. Divirtam-se!



Matemática dos famosos

Como eu não tinha reparado nessas semelhanças antes? Para ver mais clique aqui!






terça-feira, 3 de março de 2009

Discutindo a relação

Não tem nada haver com marketing, mas, como adoro os felinos, não podia deixar de compartilhar

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O ano do ver para crer




Lá se vai mais um ano. Um ano em que vimos coisas que jamais pensávamos que iriam se realizar. O presidente negro deixou a ficção e agora ocupa realmente a casa branca. A economia derreteu que nem sorvete em dia de verão. Nunca vi tantos sinais negativos na frente dos rendimentos mensais das aplicações bancárias. Pior do que não ter dinheiro é perder dinheiro, é aquela sensação de que se as coisas piorarem ainda mais, você pode virar mais um brasileiro pobre (pobres brasileiros todos nós já somos). Fora as criancinhas jogadas pelas janelas, os ciúmes psicóticos, os mosquitos terroristas, as tragédias naturais na China e no Sul do Brasil e as roubalheiras de colarinhos branco(essas são de todos os anos). Que a sapatada arremessada em Bush signifique o arremesso de todas as coisas bizarras que aconteceram este ano para bem longe.
Bom, se é verdade que depois da tempestade surgi o arco-íris, espero que em 2009 nossos olhos vejam a vida mais colorida e que a economia traga nosso pote de ouro de volta.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Publicidade Comportamental




Como manter a sedução de um produto lançado há 158 anos com, basicamente, as mesmas características?
Quando uma novidade é lançada no mercado, como um novo celular com mais “trocentas” funcionalidades, a simples demonstração e descrição de suas novas funções já são mais que o bastante para atrair novos consumidores ávidos por novidades. Agora, imagine um produto que já existe há 158 anos no mercado . Estou me referindo à calça jeans LEVI'S, que quando foi lançada certamente foi uma grande novidade para os garimpeiros californianos que as usavam como um macacão de tecido azul fortíssimo, prático, durável e com bolsos imensos pra guardar as pepitas de ouro. Hoje em dia, duvido que alguém as compre por esse mesmo motivo. Mas como esse comoditizado jeans consegue se manter até hoje como um ícone da moda, sendo desejado por consumidores de todas as faixas? Resposta: PUBLICIDADE COMPORTAMENTAL.
É só dar uma olhada nesse comercial, onde a calça aparece, espertamente, como coadjuvante numa situação descolada, pegando carona no perfil do seu público. É dessa forma que a propaganda comportamental consegue mexer com o imaginário do seu público, incitando-o a desejar tal comportamento aventureiro e cheio de emoções.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Investir na Crise?





Apesar do discurso corrente de que é preciso enfrentar a crise aproveitando as oportunidades que ela cria, os executivos parecem cautelosos quanto aos reflexos dos problemas da economia mundial.

De acordo com uma pesquisa feita durante o Seminário Lide, realizado no dia 11 de novembro, em São Paulo, 17% deles acham que os planos de investimentos de suas empresas estão sendo ampliados, enquanto 23% acreditam que as companhias estão reduzindo os investimentos. Para 60% deles, os recursos continuam os mesmos.
A pesquisa também mostrou que os impactos no setor de atuação deles já começaram para 73% dos entrevistados, mas estão moderados para 57% e intensos para 16% dos que responderam.

Sobre a rentabilidade das companhias, 58% disseram que acreditam que serão mantidas, 27% que vai diminuir e 15% que irá ampliar.
A principal preocupação das empresas é a redução de crédito (67%) e o câmbio estável (45%). Segundo a pesquisa, os executivos esperam demissão em 15% das empresas. O índice é o mesmo para companhias que devem empregar. O quadro de funcionários deve ser mantido em 70% das empresas.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vida longa ao novo rei




Hoje, sem me dar conta, amanheci vestindo o azul da democracia. Um dia especial, marcado por uma grande mudança histórica. Um dia em que o novo rei não tem mais a face rosada e os cabelos finos e grisalhos. Agora o novo rei tem a cara do povo, tem a cara da democracia.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Genial




Muito bom esse anúncio da nova campanha da revista Rolling Stone( Papa numa hilária foto estilo Marilyn Monroe, sob o título “Rolling Stone – Onde religião e cinema coexistem”). É de deixar com inveja qualquer publicitário.

Concorrência Calórica

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As Donas do Mundo






Não sei se vocês já observaram a quantidade de comercias na TV que têm a logomarca da Unilever como marca d’água no canto superior direito da tela. Entre as que me vêm na cabeça no momento: Maionese Hellmann’s, produtos Dove, Seda, Omo, Rexona, Ades, Arisco, Knorr, Kibon, Comfort, Lux, Axe, Ala...
Até brinco às vezes que se a Unilever me pagasse, tatuaria o seu giganteso U no meu corpo. Com a missão de levar vitalidade para o dia-a-dia e atender as necessidades diárias de nutrição, higiene e cuidados pessoais, a Unilever se tornou uma das empresas mais bem sucedidas do mundo.
Dividindo a outra metade do mundo está a Procter&Gamble que fabrica desde as fraldas que cobriam nossos pequenos e mimosos traseiros até os absorventes e gillettes que infelizmente temos que usar na fase adulta. Fundada em 1837 por William Procter, um fabricante de velas, e James Gamble, que fazia sabão, a P&G é a maior empresa de bens de consumo do mundo e tem cerca de 300 marcas: Hipoglos, Pantene, Gillette Prestobarba, Ela, Tampax, Always, Wella, Koleston, Duracell, Pampers, Pringles, Ariel, Vick....e até a imortal Seiva de Alfazema.
Diante de tanta tradição e sucesso, podemos ficar tranqüilos na hora de escolher um bom produto nas prateleiras dos supermercados, porque, com certeza, boas opções não vão faltar.

domingo, 21 de setembro de 2008

Pérolas da Propaganda




Desencannes é um site muito legal que reune campanhas publicitárias feitas por mentes criativas, mas que por serem tão absurdamente criativas e engraçadas, nenhum cliente se arriscaria a realmente permiti-las no mercado. São pérolas da nossa propaganda.Clique aqui e confira.