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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Leite de Colônia - Ainda não inventaram nada melhor.

Confesso que um dos meus rituais noturnos sempre foi limpar a pele com o Leite de Colônia. Como toda mulher louca por novidades cosméticas, já experimentei mil e um produtos, mas nenhum se compara à antiga e secreta formula desenvolvida pelo Dr. ARTHUR STUDART há mais de 50 anos atrás.
Além de médico, era ainda farmacêutico, bacharel em direito e industrial. Nascido em 1886, o Dr. Arthur Studart foi o inventor da fórmula mágica quando era o “ilustre líder” da firma Studart & Cia, onde se encontravam os Laboratórios Leite de Colónia.
Atualmente, a linha leite de colônia ampliou seu mix, lançando outros produtos cosméticos. Sua embalagem não sofreu muitas modificações ao longo dos anos, conservando o seu charme vintage.








domingo, 10 de outubro de 2010

História do Toddy




A história do Toddy começou em 1916 pela família Santiago, de Porto Rico. Eles eram plantadores de cacau, mas uma tormenta acabou com toda a esperança agrícola da família, que emigrou para os Estados Unidos.
Em 15 anos, o empresário Pedro Erasmo Santiago deixou a miséria e construiu uma bebida quente, inspirada em outras duas: O escocêsToddy, que mistura mel, creme de leite, gema de ovo e uísque, e o rum caribenho Toddy com melaço de cana e cacau.

Em 1933, Santiago obteve do governo Getúlio Vargas a permissão para a venda da bebida no Brasil - era o quarto país a comercializar o produto.

No fim dos anos 1950, um comercial, com a atriz Norma Benguell, fez um grande sucesso com o jingle: "Tomou seu Toddy hoje?".

Santiago entrou no ramo de suco de laranja. Montou a empresa Suconasa, a primeira fábrica de concentrado e congelado de suco de laranja. A fábrica não havia começado a operar quando Santiago falaceu - a empresa, depois de um processo de concordata, foi arrematada pela família Cutrale, hoje a maior exportadora de suco do mundo.

A Toddy ficou com a família Santiago até ser vendida em 1981 para a americana Quaker Oats. No ano seguinte foi introduzido no mercado Toddynho, vendido em embalagem TetraPak. A Quaker, que também fabricava o isotônico Gatorade, foi vendida mundialmente à PepsiCo em 2001.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Os "Dourados" do Merchandising BBB10




Finalizada mais uma edição do programa de reality show, Big Brother Brasil 10, da rede Globo, o que mais me chamou a atenção foi a quantidade surpreendente de inserções de merchandising durante a exibição do programa. Não faltavam guaranás Antártica nas refeições, shampoos Niely Gold nos banhos, protetor Sundow na piscina, produtos de limpeza Minuano espalhados pela casa (“então esfrega, esfrega, esfrega o esponjão...”); sem falar na presença dos produtos durante todas as provas e premiações. Foram carros da Fiat, motos da Sundow, prêmios da Ponto Frio, casa da construtora Rossi, dentre outros que não lembro agora.

Além de votações recordes durante os paredões, também foi recorde o faturamento da emissora que teve 25 contratos fechados, que se refletiram em 61 ações de merchandising (cujo valor não é revelado pela emissora) e cinco cotas de patrocínio master no valor de R$ 13,5 milhões cada. Pelo visto ainda teremos muitos BBB’s pela frente.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Nova marca da Peugeot


A Peugeot revela para o mercado a sua nova marca. O tradicional leão se libertou do fundo azul, perdeu a lingua e ganhou novas formas tridimensionais.

domingo, 27 de setembro de 2009

Estratégia Planejada




Confesso que na primeira vez que assisti o novo comercial da Havaianas ,em que uma vovozinha falava a palavra “SEXO”, toda saliente, levei um susto. Claro, ninguém esperaria que essa palavra tão ousada pulasse da boca de tão doce velhinha.
Supostamente tirada do ar há poucos dias por causa de reclamações dos mais puritanos, foi substituída por outro comercial, onde a mesma doce velhinha explica que o comercial foi interrompido em respeito às mais variadas opiniões dos consumidores, e quem quiser, pode conferir o “polêmico” comercial na internet, incluindo o site da marca.
Ao contrário do que alguns podem interpretar, o filme não foi tirado do ar através de ação do CONAR, e sim por decisão da própria Havaianas.
Na minha opinião, essa ação foi totalmente planejada. Nada como um comercial que invariavelmente causaria polêmica, já com uma resposta pré-gravada para inflamar ainda mais a discursão.
Ação planejada ou não, o importante é que os objetivos da campanha foram alcançados. Em qualquer grupinho, sempre tem alguém que fala: “Vocês viram que aquele comercial da Havaianas teve que sair do ar? “ Pronto, está todo mundo com a Havaianas na boca!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Outdoor Wi-FI



A agência W3haus, de Porto Alegre, instalou na cidade o que proclama ser o primeiro outdoor com conexão Wi-Fi do Brasil, quiçá, do mundo.

Como você pode ver pela imagem, o lugar não é tão glamouroso quanto as praças de alimentação dos shoppings, mas bem, pelo menos a conexão é de graça. Eu também não recomendaria fazer isso se você quiser continuar chamando o notebook de seu.

Google: A grande bola de cristal


Recentemente, li que o chief economist da google, Hal Varian, declarou que a economia dos EUA começa a dar sinais de recuperação. Como ele sabe? VENDO A MUDANÇA DOS TERMOS PESQUISADOS PELAS PESSOAS NO GOOGLE . A Google detém 70% do mercado de buscas nos EUA (e 89% no Brasil). É como se fosse uma bola de cristal capaz de prever o futuro. Podem saber se as pessoas estão procurando um apartamento maior, buscando informações sobre novos investimentos, novos bens. Seus investidores e diretores têm acesso ao sentimento das pessoas em tempo real.

domingo, 28 de junho de 2009

Estratégia não planejada



O novo fenômeno da Internet, a cantora piauiense Stefhany, que ficou conhecida pelo seu clipe caseiro num cross-fox, ganhou mais que fama. Chamada para se apresentar num programa de auditório pela primeira vez na Globo, a jovem cantora ganhou reconhecimento por parte da empresa Volksvagem por mostrar em seu clipe e na letra da sua música, a marca cross fox, recebendo das mãos do gerente de marketing da Volksvagem, um carro cross fox amarelo. Prêmio mais que merecido, pois sua idéia rendeu à empresa uma grande campanha gratuita, dando visibilidade para este carro, tornando-se uma bem sucedida campanha não planejada pela empresa.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sete modelos de colaboração



Por Francisco A. Madia
Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)
HSM Online
24/04/2009



Confira os sete modelos de colaboração explicados no livro Wikinomics, de Don Tapscott e Anthony D. Williams.


“Groundswell é uma mudança radical no comportamento das pessoas; usam a tecnologia para buscar em outras pessoas, e não mais nas empresas, muitas das coisas que precisam.”

Don Tapscott é um dos mais festejados autores da economia digital. Comanda a empresa de consultoria New Paradigm e Anthony D. Williams é o diretor da área de pesquisa da empresa. Juntos escreveram o segundo livro mais importante sobre o novo e admirável mundo em que estamos ingressando. O primeiro, que já comentamos, é o “Mundo Plano”. E o segundo, o de Tapscott e Williams, ”Wikinomics”. Leitura mais que obrigatória.

Neste comentário, uma pequena amostra da visão dos autores sobre esse novo mundo e nova economia – “Wikinomics” – onde o conceito de propriedade intelectual se esfacela, onde o local de trabalho é o mundo, onde a senha de sucesso é colaboração.

Os sete modelos de colaboração:

1 - Pioneiros do Peering – pessoas que trouxeram para este novo mundo os softwares de código aberto (que todos podem usar sem nenhum custo desde que concordem em abrir para todos as suas contribuições). Um ótimo exemplo, a infinitamente maior enciclopédia do mundo, Wikipédia.

2 - Ideágoras – ilhas virtuais para onde convergem pessoas de todo o mundo dentro de uma determinada especialização e conhecimento que possam contribuir. A Procter & Gamble, por exemplo, recorre a essas ilhas no desenvolvimento de produtos, onde se encontra um capital de talento 10 vezes mais qualificado que toda a sua equipe de trabalho.

3 - Prosumers – nós, novos consumidores, que queremos interagir e ajudar no aperfeiçoamento de produtos e serviços. Prosumers vêm de consumidores pró-ativos. Consumidores que não abrem mão do direito de aperfeiçoar e modificar o que compram.

4 - Os Novos Alexandrinos – redes sociais que se formam na internet em torno de determinados assuntos, abertas, onde todos podem participar e compartilhar suas experiências.

5 - Plataformas para Participação – empresas que abrem totalmente todos os seus códigos e sistemas onde parceiros de todos os tipos possam compartilhar dessas propriedades e contribuírem com aprimoramentos e novas conquistas – produtos, serviços, negócios.

6 - Chão de Fábrica Global – o chão de fábrica das empresas não se situa mais em uma única fábrica e nem mesmo nas fábricas. São móveis, mutantes, evolutivos, e se reposicionam a todos os momentos nos locais – físicos e virtuais – que se revelarem mais adequados. No novo chão de fábrica global, os quase 7 bilhões de habitantes podem ser operários.

7 - O Novo Local de Trabalho – não é mais nossa mesa, cadeira, computadores, canetas, lápis e tudo o mais. É o mundo. Vamos trabalhar todos os dias, a cada novo dia, onde for mais conveniente em função da tarefa específica que estamos realizando. O novo local de trabalho é onde se encontra a melhor solução e nunca mais onde estão seus móveis e equipamentos.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Publicidade Comportamental




Como manter a sedução de um produto lançado há 158 anos com, basicamente, as mesmas características?
Quando uma novidade é lançada no mercado, como um novo celular com mais “trocentas” funcionalidades, a simples demonstração e descrição de suas novas funções já são mais que o bastante para atrair novos consumidores ávidos por novidades. Agora, imagine um produto que já existe há 158 anos no mercado . Estou me referindo à calça jeans LEVI'S, que quando foi lançada certamente foi uma grande novidade para os garimpeiros californianos que as usavam como um macacão de tecido azul fortíssimo, prático, durável e com bolsos imensos pra guardar as pepitas de ouro. Hoje em dia, duvido que alguém as compre por esse mesmo motivo. Mas como esse comoditizado jeans consegue se manter até hoje como um ícone da moda, sendo desejado por consumidores de todas as faixas? Resposta: PUBLICIDADE COMPORTAMENTAL.
É só dar uma olhada nesse comercial, onde a calça aparece, espertamente, como coadjuvante numa situação descolada, pegando carona no perfil do seu público. É dessa forma que a propaganda comportamental consegue mexer com o imaginário do seu público, incitando-o a desejar tal comportamento aventureiro e cheio de emoções.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Investir na Crise?





Apesar do discurso corrente de que é preciso enfrentar a crise aproveitando as oportunidades que ela cria, os executivos parecem cautelosos quanto aos reflexos dos problemas da economia mundial.

De acordo com uma pesquisa feita durante o Seminário Lide, realizado no dia 11 de novembro, em São Paulo, 17% deles acham que os planos de investimentos de suas empresas estão sendo ampliados, enquanto 23% acreditam que as companhias estão reduzindo os investimentos. Para 60% deles, os recursos continuam os mesmos.
A pesquisa também mostrou que os impactos no setor de atuação deles já começaram para 73% dos entrevistados, mas estão moderados para 57% e intensos para 16% dos que responderam.

Sobre a rentabilidade das companhias, 58% disseram que acreditam que serão mantidas, 27% que vai diminuir e 15% que irá ampliar.
A principal preocupação das empresas é a redução de crédito (67%) e o câmbio estável (45%). Segundo a pesquisa, os executivos esperam demissão em 15% das empresas. O índice é o mesmo para companhias que devem empregar. O quadro de funcionários deve ser mantido em 70% das empresas.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As Donas do Mundo






Não sei se vocês já observaram a quantidade de comercias na TV que têm a logomarca da Unilever como marca d’água no canto superior direito da tela. Entre as que me vêm na cabeça no momento: Maionese Hellmann’s, produtos Dove, Seda, Omo, Rexona, Ades, Arisco, Knorr, Kibon, Comfort, Lux, Axe, Ala...
Até brinco às vezes que se a Unilever me pagasse, tatuaria o seu giganteso U no meu corpo. Com a missão de levar vitalidade para o dia-a-dia e atender as necessidades diárias de nutrição, higiene e cuidados pessoais, a Unilever se tornou uma das empresas mais bem sucedidas do mundo.
Dividindo a outra metade do mundo está a Procter&Gamble que fabrica desde as fraldas que cobriam nossos pequenos e mimosos traseiros até os absorventes e gillettes que infelizmente temos que usar na fase adulta. Fundada em 1837 por William Procter, um fabricante de velas, e James Gamble, que fazia sabão, a P&G é a maior empresa de bens de consumo do mundo e tem cerca de 300 marcas: Hipoglos, Pantene, Gillette Prestobarba, Ela, Tampax, Always, Wella, Koleston, Duracell, Pampers, Pringles, Ariel, Vick....e até a imortal Seiva de Alfazema.
Diante de tanta tradição e sucesso, podemos ficar tranqüilos na hora de escolher um bom produto nas prateleiras dos supermercados, porque, com certeza, boas opções não vão faltar.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Amadorismo de sites impede crescimento de empresas

Coloco aqui uma reportagen que foi publicada pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, sobre um problema que atinge de forma gigantesca o mercado, não só na área de web, mas no mercado da Comunicação em geral.

A inclusão digital já foi uma preocupação generalizada. Quem não se lembra de que, quando os computadores por aqui chegaram, algumas pessoas tinham medo deles? Hoje, ninguém duvida de que a internet é parte essencial do dia-a-dia nas empresas. E, quando se fala em inclusão digital, refere-se às classes mais baixas da população, que tem pouco ou nenhum acesso à internet. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira é recordista mundial em tempo gasto na rede, com 14 horas diárias, informou o site InfoMoney.
Mas há uma contradição nessa história. Segundo pesquisa do NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 95% das organizações com dez ou mais funcionários possuem computadores e 92% têm acesso à web. Se a internet já é uma realidade no mundo dos negócios, por que menos da metade das empresas tem um site?
"A percepção da importância dos websites é, muitas vezes, subestimada, quando, na verdade, a oferta de recursos é ilimitada e a lista de benefícios não pára de crescer, com o advento de novas tecnologias e o aumento do número de empresas e consumidores com acesso à rede", explica o diretor-geral da Kyu Design Gráfico, empresa especializada em soluções visuais e criação de sites, André Shibata.
Internet deve ser usada para gerar negócios. O uso da internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamento via web.
A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.
E há o agravante de o amadorismo predominar na rede. "O proprietário do site deve respeitar algumas regras para que a ferramenta seja utilizada de forma positiva. É preciso apresentar uma imagem séria e profissional, que espelhe credibilidade, manter canais de comunicação com o consumidor e conhecer o comportamento do potencial cliente virtual, para saber criar oportunidades, e corresponder às expectativas", afirma o diretor da Kyu Design Gráfico.
Priorize a interaçãoA maioria das empresas que busca uma empresa especializada em construção de sites tem em mente um produto institucional, que acaba limitando o potencial de interatividade com o consumidor. "Garantir o feedback das dúvidas, sugestões e reclamações em tempo hábil é importante para garantir a fidelização dos clientes . O sucesso de um site pode ser resumido pelo tripé: navegabilidade, objetividade e visibilidade", acrescenta ele.
No Brasil, 45% das empresas que possuem site, ou seja, menos de um quarto do total, fazem vendas pela internet. Mas possibilitar uma transação de venda completa na internet é um dos recursos que o empresário deve buscar, garantindo a compensação do investimento.
De acordo com o NIC.br, com a venda pela internet, 74% das empresas obtiveram redução dos custos dos negócios, 71% agregaram mais qualidade para o consumidor, 69% tiveram o tempo de transação comercial reduzido, 58% registraram vantagem na equiparação à concorrência e 49% conseguiram aumento do número de vendas e de consumidores.